quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Senna

Velho, e jovem Leonardo, o teu texto sobre fórmula 1 lembrou-me de um tempo em que eu escutava a corrida pelo rádio, e foi justamente quando o Senna passou a brilhar. Nós não tínhamos televisão, e eu, ao sintonizar o rádio pela simples curiosidade, escutei um ronco de motor, um zunido. A partir daí, passei a ouvir as corridas todo o domingo. E isso continuou por muito tempo. Quando compramos uma tv, nunca mais tive tesão por assistir as corridas de f1.
Adriano

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Tempos Modernos

Os Jogos de Pequim acabaram e o maior medo dos chineses não se concretizou. Não houve qualquer manifestação política, nem por parte do público, nem pelos atletas, mesmo em relação ao Tibet que foi o maior foco das críticas internacionais. O medo dos organizadores não era infundado. Primeiro por se ter realmente um motivo para manifestações; segundo porque os Jogos sempre foram palco para demonstrações ideológicas. De acordo com o sociólogo francês Pierre Bordieu, as disputas esportivas são uma representação simbólica civilizada das guerras nos campos de batalha. Nas Olimpíadas de 1968 no México, dois atletas americanos, Tommie Smith (medalha de ouro) John Carlos (medalha de bronze) nos 200 metros (atletismo), no momento de receber as medalhas subiram ao pódio descalços, de luvas pretas e ergueram os punhos repetindo a saudação dos “Panteras Negras” enquanto se ouvia o hino americano. O Partido Panteras Negras foi formada em 1966 em Oakland Califórnia. Sua finalidade original era proteger os negros dos atos de brutalidade da polícia. O Comitê Olímpico Internacional (COI) acabou banindo os atletas dos jogos. Quando regressaram aos EUA, Tommi Smith e John Carlos tinham perdido os empregos e foram várias vezes humilhados e ameaçados de morte, inclusive a seus familiares.
Hoje aos 63 anos de idade, John Carlos vive em São Francisco e diz que “apesar de eu ter perdido a minha mulher (que se suicidou em 1977), ainda acho que aquele gesto foi a coisa mais importante que eu fiz na minha vida."

Como destaque negativo, cito a Olimpíada de Munique no ano de 1972 com hediondo ato terrorista do grupo Setembro Negro que acabou vitimando atletas e membros da delegação israelense. O ataque ficou conhecido como o Massacre de Munique e infelizmente é apenas mais um capítulo do histórico conflito entre judes e palestinos.

Em época de Olimpíadas sempre é lembrada Berlim 1936. A façanha do atleta Jesse Owens, vencedor de quatro medalhas de ouro em provas de atletismo superando os atletas alemães. Curioso é que quando se referem a esses jogos afirmam se tratar de uma grande estratégia política de Hitler para demonstrar a supremacia de sua nação. Mas não é isso que todos os outros países fazem? Não é isso que a China fez na sua disputa clara e manifesta contra os Estados Unidos pela vitória nos Jogos e a supremacia esportiva? Também muito se fala do atleta americano negro Jesse Owens que superou os atletas arianos, superiores segundo Adolf Hitler. Curioso é perceber que para o negro Owens mais importante do que ganhar dos alemães e vencer o nazismo (que naquela época era quase que um total desconhecido para os americanos) fosse conquistar o respeito e admiração de seus compatriotas, fosse a superação do preconceito e racismo do povo americano. Muito se conta dessa façanha em Berlim, dizem até que Hitler ao assistir a vitória de Owens teria abandonado o estádio Olímpico. Mas segundo Owens:

Quando cheguei de volta para o meu país de origem, depois de todas as histórias sobre Hitler, eu não podia andar na parte da frente do ônibus. Eu tinha que ir para a porta traseira. Eu não poderia viver onde eu queria. Não fui convidado para apertar a mão de Hitler, mas também não fui convidado para a Casa Branca para apertar a mão do Presidente.



Jesse Owens é sempre citado como uma demonstração de vitória sobre o preconceito racial do nazismo. Muito embora na época a façanha de Owens não tivesse essa conotação que hoje é dada. Provavelmente ela surgiu depois com o advento da Segunda Guerra Mundial e os planos de extermínio que os nazistas puseram em prática.

Mas voltando a Pequim 2008. Nada de manifestações. Em parte pela repressão do governo chinês, em parte pelo COI. Olimpiada é lugar de esporte, somente isso dizem eles. Como se deixássemos de ser humanos. Como se deixássemos de ter sentimentos. Mas enfim, como diriam alguns pensadores da atualidade, a falta de ideologia parece ser uma característica dos tempos atuais, principalmente da juventude, perdida num consumismo hedonista. Acho que é um certo exagero, uma generalização, mas não deixa de ter sentido. No mínimo é motivo para reflexão.


Abraços e Aproveitem o Dia! Pensem e ajam.


Leonardo

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Alguém Aí Está Decepcionado?

Os Jogos Olímpicos de Pequim estão chegando ao fim e já li muitas críticas de gente decepcionada com o desempenho do Brasil. Sinceramente não imaginava algo diferente. Vivemos num país de tantas carências, de tantas dificuldades, com o esporte não poderia ser diferente. Falta incentivo, falta estrutura, sobra talento, boa vontade e dedicação. Não se pode esperar muito dentro dessa realidade. Tabém não se pode cobrar nada desses atletas, verdadeiros heróis, dedicados, esforçados. Uma exceção pode ser feita ao futebol masculino. Esses vivem uma outra realidade, de altos salários, fama e badalação. Mas eles parecem carecer de espírito esportivo.
Campeões não são feitos de uma hora para outra, leva-se muito tempo. Décadas de trabalho contínuo e sério. Os exemplos estão aí. O vôlei que alcançou um status invejável internacionalmente, vem há muito tempo sendo trabalhado. A ginástica ainda é recente. Precisa-se de mais tempo, de maior número de atletas, de melhor estrutura. Estruta que aliás é carência geral, para todos os esportistas, em todas as modalidades. No Brasil falta planejamento; falta uma política esportiva que seja realmente aplicada. Se nossos atletas ainda se ressentem de estabilidade emocional nas horas decisivas é porque ainda não temos uma personalidade esportiva bem estabelecida, forte, consistente. Tem que se aprender a ganhar, a gostar de ganhar e também se manter no topo. Mas tudo isso leva tempo... e custa caro também.
Depois desse desempenho no jogos me parece bobagem querer sediar uma Olimpíada. Um país que pouco faz pelo seu atleta e pelo esporte e que além disso tem tantas carências, não merece e nem deveria estar pensando em gastar uma fortuna para apenas querer construir uma imagem de grande nação para o exterior. Aliás, para quem assitiu o desfile das delegações na cerimônia de abertura o nosso país sempre tem se apresentado como uma grande potência. Com grande número de atletas e um figurino bem desenhado. Mas fica somente nisso, na imagem, pois este, infelizmente, não é um país sério. Já que estamos em época de eleições, temos aí mais uma oportunidade de escolhermos políticos honestos e trabalhadores. Esse é um dos poderes que temos em mãos para ajudar na transformação do país. Que cada um pense bem e faça a sua parte. Vote consciente.



Abraços e Aproveitem o Dia! Pra frente Brasil...


Leonardo

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

26 Estocadas Antes De Dormir

Quando se junta um grupo de homens é cada um querendo aparecer mais que o outro, principalmente em se tratando de mulheres e sexo. Cada qual quer ser mais "comedor", mais entendido, mais isso, mais aquilo. Quem é homem sabe do que estou falando. Mas nenhuma história que eu ouvi foi mais ousada e mesmo absurda que uma de um amigo da adolescência. A turma toda estava reunida jogando conversa fora quando, de repente (sinceramente não lembro porque começou tal assunto), o camarada “tascou” a maior de todas. Querendo contar vantagem e impressionar os amigos, disse que na noite passada havia dado “26 sem tirar” (acho que não precisa de maiores explicações, não é?). Bem não é necessário dizer que depois desse tremendo golpe só nos restou cair na gargalhada. O amigo então, percebendo que “talvez tivesse exagerado” se corrigiu e disse que na verdade havia sido “apenas 22”. Como não parávamos de rir ele teve a infeliz idéia de chamar a namorada para confirmar a história. O coro de risadas então só aumentou...


















Abraços e Aproveitem o Dia! ... sem abusar da inteligência e boa vontade dos amigos.

Leonardo

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Lenda Urbana

Chega o inverno e logo lembro de Gramado. Famosa cidade da serra gaúcha muito apreciada por sua paisagem e gastronomia além do clima europeu, chega a atrair milhares de turistas durante essa época em busca de suas atrações. Uma dessas atrações é o Lago Negro.
Falando em Lago Negro dizem existir uma lenda a respeito do local. Alguns afirmam que nas noites frias de inverno, naquelas em que baixa uma densa neblina e que a noite se reveste de uma cortina de mistério e fantasia, quem andar pelo lago pode ouvir ao longe o barulho de pedalinhos em movimento, alguns alegam serem dois. O pedalar incessante dura a noite toda, indo e vindo sobre as águas do lago. Ninguém nunca viu nada, apenas ouviu. Há quem diga se tratar da alma de jovens que morreram afogados no local. Quem quiser descobrir e tiver coragem que ande por lá a noite.



















Abraços e Aproveitem o Dia... Visitem Gramado!

Leonardo

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Fim De Turno

Domingo chegou ao fim o primeiro turno do Campeonato Brasileiro de Futebol. Para minha surpresa o Grêmio lidera a tabela com uma campanha formidável: maior número de pontos, de vitórias, de gols marcados; melhor saldo de gols; menos gols sofridos; 71% de aproveitamento. Sou gremista, assim como o resto da rapaziada aqui do blog, e confesso que não acreditava no meu time no início do campeonato. Sou daqueles críticos do treinador Celso Roth, mas essa campanha serviu para me calar. Assistindo aos jogos nota-se um time bem postado em campo, seguro, tranquilo, que constrói o resultado até com certa naturalidade.

Agora só me resta aplaudir o treinador, aplaudir o time.

Vamos em busca de mais um título.

Dá-lhe tricolor.

Torçam gremistas.














Abraços e Aproveitem o dia!

Leonardo

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Mais Uma Olimpíada

Desde o dia seis, quando começou a disputa no futebol feminino, acompanhamos os jogos Olímpicos de Pequim. Para um admirador do esporte como eu, os jogos são um maravilhoso espetáculo da capacidade de superação do homem. Acompanho os Jogos desde 1980 em Moscou e desde então sempre me emociono com as competições. A capacidade demonstrada pelos atletas sempre me serviram de exemplo e inspiração para superar minhas próprias limitações na vida cotidiana.

É claro que os Jogos são muito mais do que um evento esportivo. Também são palco para demonstrações políticas e nacionalistas, algo que ficou evidente na já famosa situação ocorrida nos jogos de Berlim em pleno regime Nazista e durante os anos da Guerra fria no confronto das grandes potências ex-União Soviética e Estados Unidos, representantes dos blocos Comunistas e Capitalistas. Agora embora a situação seja completamente diferente no panorama mundial também se nota uma vontade do país anfitrião em demonstrar seu poder, principalmente no confronto com os Estados Unidos.
“O mais importante nos Jogos Olímpicos não é vencer, mas participar, assim como o mais importante da vida não é a vitória, mas a luta. O essencial não é conquistar e sim lutar bem”.
- Tem havido muitas alterações nessa mensagem ao longo da história dos Jogos Olímpicos. O Barão de Coubertain adotou essa crença depois de tê-la ouvido do bispo da Pensilvânia, Ethelbert Talbot, durante os Jogos de Londres em 1948.
Já na cerimônia de abertura percebemos a grandeza do evento e, esquecendo-se das questões políticas envolvidas, por um momento somos levados a sonhar com a possibilidade de um mundo de harmonia, beleza e entendimento entre todos os povos, onde reina o respeito e a admiração pelo próximo, mesmo na mais árdua disputa. Esse sentimento ficou ainda mais destacado essa semana no belo momento proporcionado pelas atletas de Rússia e Geórgia que, apesar do conflito entre os dois países abraçaram-se na cerimônia de premiação do Tiro Esportivo, demonstrando o poder do esporte frente a essas questões políticas. Sem dúvida é algo que nos leva a refletir sobre esses acontecimentos.

A russa Natalia Paderina e a georgiana Nino Salukvadze se abraçam no pódio em Pequim.

"Em nome de todos competidores, eu comprometo que nós iremos tomar parte destes Jogos Olímpicos, respeitando, aceitando e colocando em prática as regras que os governam, com verdadeiro espirito esportivo, para a glória do esporte e a honra de nossos times”.

- Escrito pelo Barão de Coubertin, o juramento é feito por um atleta do país anfitrião, que segura uma das pontas da Bandeira Olímpica. O primeiro juramento dos atletas foi feito por Victor Boin, esgrimista belga, em 1920, nos Jogos Olímpicos da Antuérpia. Um juiz do país anfitrião também fez o juramento, com algumas pequenas alterações no texto.


Bons Jogos a todos. Que o espírito esportivo faça parte de nossas vidas!

Abraços e Aproveitem o Dia!

Leonardo

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Viva a Liberdade

Get your motor running
Head out on the highway ...

Uma das melhores sensações que se pode experimentar é a sensação de plenitude, de sentir-se completo e ao mesmo tempo livre. Existem várias formas de sentir-se assim, eu mesmo já experimentei algumas. Seja no alto de um morro com a maravilhosa vista da imensidão azul do oceano; seja num acampamento no mei0 do mato, integrado à natureza. Cada um tem o seu jeito de sentir-se assim, completo, livre, como se nada mais importasse a não ser estar ali naquele exato lugar, naquele exato momento.

... Lookin' for adventure
In whatever comes our way ...

Ultimamente o que me proporciona essa libertação é pegar o carro, encher o tanque e seguir pela estrada rodando sem rumo. O som ligado em volume altíssimo, a música fazendo vibrar cada pêlo do corpo. Dirigir e cantar. Admirar a paisagem até esvaziar o tanque, depois é só encontrar um posto, abastacer e voltar para casa.

Pode parecer loucura, talvez bobagem, mas tem um efeito maravilhoso em mim.

Viva a liberdade.

... Yeah, darlin', gonna make it happen
Take the world in a love embrace
Fire all of your guns at once and
Explode into space

I like smoke and lightning
Heavy metal thunder
Racin' with the wind
And the feeling that I'm under ...


... Yeah, darlin', gonna make it happen
Take the world in a love embrace
Fire all of your guns at once and
Explode into space

Like a true nature's child
We were born, born to be wild
We can climb so high
I never want to die
Born to be wild
Born to be wild

(Música: Steppenwolf - Letra: Mars Bonfire)

Abraços e Aproveitem o Dia!

Leonardo

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Carência de Ídolos

Nesse domingo me sentei frente ao televisor preparado para torcer pelo Felipe Massa no Grande Prêmio da Hungria de Fórmula 1. Acho que já falei anteriormente que sou um amante de esportes em geral e quanto a Fórmula 1 acampanho desde os tempos do Émerson Fittipaldi, se bem que já em fim de carreira na categoria. Presenciei as estréias de Nélson Piquet e posteriormente Airton Senna, que belo período do automobilismo brasileiro. Grandes corridas nas quais pódiuns e vitórias eram frequentes. Rivalidades históricas se construíram na época com Alan Jones, Keke Rosberg, Nigel Mansell e Alain Prost entre outros. Dava gosto de assistir e torcer pelos pilotos brasileiros. Desde a morte de Senna em 1 de maio de 1994 no Grande Prêmio de Ìmola o Brasi busca um novo ídolo no esporte. Desde então esse esporte perdeu um pouco da graça para nós brasileiros. A grande aposta, o piloto Rubens Barrichello não chegou a emplacar, mesmo que o próprio Senna o considerasse seu substituto na F1. Na minha opinião o Rubinho, que por onde passou sempre sempre foi um vencedor, não conseguiu suportar a pressão psicológica de substituir o grande ídolo nacional. As brincadeiras que ele costuma sofrer considero serem um tanto exageradas e desrespeitosas com alguém que sempre procurou desempenhar o seu papel da melhor forma possível. Bem, para mim o esporte foi perdendo sua atração e parei de acompanhar com a mesmo interesse. Assistia uma corrida de vez em quando mas não era a mesma coisa. Ano passado até foi uma temporada interessante pela supresa proporcionada pelo novato Lewis Hamilton que embora tenha deixado escapar o título no final - fruto de sua inexperiência na hora decisiva - fez uma estréia histórica na categoria. Agora em 2008 a esperança novamente ressurgiu com Felipe Massa. Sentar na frente da TV aos domingos tornou-se mais uma vez um prazer, ainda mais que o campeonato está aberto com quatro pilotos em condições de conquistar o título, algo que há muito tempo não se via, além da diminuição da influência tecnológica possibilitando aos verdadeiros pilotos mostrarem seu talento no volante. Temos também a estréia de Nelson Angelo Piquet que tem talento e genética para ser um futuro campeão. Mas voltando ao domingo passado, a corrida de Hungaroring teve um largada promissora que mais uma vez deixou claro o talento de Massa, um piloto veloz e arrojado. Ele pulou na frente logo na primeira curva, deixando para trás os pilotos da McLaren e seguiu liderando a prova. Tudo corria bem. A torcida brasileira já se preparava para ouvir mais uma vez o hino da vitória, consagrado por Airton Senna quando, a três voltas do final, o motor da Ferrari de Felipe Massa se foi. Justo a Ferrari que sempre conta com um potente e confiável carro. Mas como se sabe a corrida na Hungria é das mais duras e exigentes com carros e pilotos. Dessa vez não deu. Mas o campeonato segue e a briga ainda está aberta. Continuo acreditando no Felipe. Está na hora de surgir um novo brasileiro campeão mundial de F1. Temos mais sete corridas pela frente para buscar o título. Nos meus domingos agora existe um programa certo. Estou na torcida da F1 novamente. Na torcida por Felipe Massa do Brasil!

Para quem não viu a corrida, aqui está a largada do GP, uma amostra do talento do Felipe na voz de um animado locutor italiano.






Abraços e Aproveitem o Dia!

Leonardo

sábado, 2 de agosto de 2008

As Aparências Enganam

Essa semana rolou na Internet uma foto da Madonna que me deixou impressionado. Ela estava horrível! Como pode? Tá eu sei que ela já está beirando os 50 anos mas nos videos que circulam por aí percebe-se que ainda está bela e em grande forma. Acredito que ela tenha sido uma das musas da rapaziada aqui do blog (Aguardo comentários!). Pelo menos minha foi... bem, ainda é. Mas essa foto da qual estou falando me impressionou. Dá só uma olhada:

Eu sei que os vídeos e fotos que são publicados passam por uma grande produção, mas tanta diferença assim já é demais né? Isso dá o que pensar sobre essa nossa sociedade que cultua a imagem e na qual muitas pessoas são levadas a atitudes extremas, passando por cirurgias e procedimentos torturantes além de produzirem doenças como bulemia e aneroxia que muitas vezes levam a pessoa morte. Aqui cabe lembrar o recente caso da jovem modelo brasileira Ana Carolina, 21 anos, que faleceu em virtude das complicações geradas pela anorexia nervosa em novembro de 2006.
Valorizar a beleza, tudo bem; mas toda a beleza, a beleza saudável, sem seguir modelos e estereótipos pré-estabelecidos pela indústria da moda, pela mídia.

Vamos celebrar a auto-estima, o respeito a si próprio e ao outro; o amor a suas qualidades e a compreensão de suas limitações e as do próximo!


Mas falando em Madonna, deixo aqui um recente vídeo da cantora - Give It To Me - em todo o seu esplendor e sensualidade (ao menos no clipe) nos seus 49 anos!

Ela dançando é demais né? E esse pretinho aí, hum... básico.

Antes que alguém faça algum comentário maldoso já vou logo explicando: refiro-me ao preto da roupa dela e não ao Pharrell que a acompanha. Entendido jag's? Se bem que respeito a opção de cada um também. Sem preconceitos.

A comparação de imagem fica a critério de cada um. Mas vale a reflexão.

Abraços e Aproveitem o Dia!

Leonardo